Acompanhe as principais notícias, estudos e tendências do saneamento básico no Brasil — com base em fontes especializadas.

Levantamento do Instituto Trata Brasil mostra que o investimento médio por habitante passou de R$ 90 para R$ 137 entre 2020 e 2024. O país ainda precisa de cerca de R$ 431 bilhões para universalizar os serviços até 2033.

Seis anos após a aprovação da Lei 14.026/2020, projetos em curso somam mais de R$ 420 bilhões, mas apenas três cidades têm 100% de coleta de esgoto e o ritmo de R$ 48 bilhões/ano nunca foi alcançado.

A Abdib projeta que os investimentos em infraestrutura no Brasil devem alcançar R$ 300 bilhões em 2026, impulsionados por saneamento, rodovias e energia. Leilões do setor somam R$ 265 bilhões em projeções da Radar PPP.

Moradores atendidos pela Sabesp pagam hoje uma das menores tarifas entre as 20 maiores operadoras do país. Tarifa social teve redução de 10% e passou a atender mais famílias após a privatização concluída em 2024.
Após conquistar o controle da Copasa por R$ 5,6 bilhões, Augusto Miranda, CEO da Equatorial, prometeu ampliar investimentos e atingir a universalização do saneamento em Minas Gerais até 2033.
O governo paulista anuncia expansão da frota para 11 embarcações no canal do Rio Pinheiros, prometendo aumento de 20% na coleta do lixo flutuante, mas especialistas alertam que o esforço ainda é insuficiente.
A Equatorial Energia conquistou o controle da companhia mineira com demanda de mais de R$ 70 bilhões em ordens. A operação fica atrás apenas da privatização da Sabesp, em 2024, que movimentou R$ 15 bilhões.
O Instituto Trata Brasil revela que o Brasil perde 39,5% da água potável na distribuição. Eliminar esse desperdício equivaleria a economizar 2,8 bilhões de m³/ano — suficiente para abastecer o Canadá inteiro.
A ETE Parque Novo Mundo recebe R$ 1 bilhão em modernização e passa a tratar esgoto de 2,9 milhões de pessoas usando a inovadora tecnologia de lodo granular aeróbio Nereda, desenvolvida em Delft.
Com R$ 15,2 bilhões investidos em 2025 — alta de 120% —, o governo paulista anuncia plano de R$ 70 bilhões até o fim da década e antecipação das metas do Marco Legal do Saneamento.

Radamés Casseb, CEO da Aegea — maior operadora privada do país com 890 municípios atendidos —, afirma que onde o processo de concessão ainda não começou, a meta de universalização do Marco Legal é inviável dentro do prazo.
O CEO da Aegea, Radamés Casseb, confirma que a empresa se prepara para abertura de capital em 2027, admite novas capitalizações dos sócios e destaca crescimento de 33% na geração de caixa no 1º trimestre.

Com o reforço de caixa de R$ 700 milhões captado junto a acionistas como CPP Investments, AIMCo e BNDESPar, a Iguá mira novos leilões em Goiás, Rondônia e São Paulo previstos para 2026.

A Orizon Valorização de Resíduos opera ecoparques que convertem biogás de aterros em biometano renovável, com capacidade de produzir 333 mil m³/dia — suficiente para abastecer 828 mil residências.

O estado de Minas Gerais definiu o piso da oferta pública para venda da Copasa. Aegea e Equatorial apresentaram propostas, e o bookbuilding está previsto para 11 de junho.

A maior empresa de saneamento da América Latina avança em sua estratégia de expansão no interior paulista com a aquisição da concessionária de Mirassol (SP), que atende 65 mil habitantes.
Os indicadores de saneamento básico foram determinantes para Curitiba conquistar novamente o título de capital brasileira com melhor qualidade de vida em 2026, segundo o ranking nacional.

O PAC Drenagem 2026 destina R$ 18,4 bilhões a obras em 12 regiões metropolitanas. O desempenho hidrológico passa a ser critério obrigatório de repasse de recursos.

A multinacional espanhola Acciona foi a única proponente e venceu o leilão da Cagepa em 15 de maio de 2026, assumindo o esgotamento sanitário no estado da Paraíba por 25 anos.

A Companhia de Saneamento do Paraná reportou queda de 70,8% no lucro em relação ao mesmo período do ano anterior, resultado do efeito comparativo de receita extraordinária reconhecida em 2025.

A Câmara Legislativa do Distrito Federal aprovou projeto que moderniza a coleta seletiva na capital e impõe penalidades a quem descumprir as regras de separação. O DF recicla hoje apenas 5% dos seus resíduos.

A Empresa de Saneamento de Mato Grosso do Sul formalizou contrato de R$ 27,1 milhões para obras de expansão da rede coletora de esgoto em Dourados, segunda maior cidade do estado.

O consórcio Acciona-BRK assinou contrato de 35 anos para operar saneamento básico em 153 municípios pernambucanos, beneficiando cerca de 8 milhões de pessoas na região metropolitana de Recife e interior.

O modelo de drenagem urbana sustentável inverte a lógica tradicional. 94,7% dos municípios brasileiros ainda não possuem sequer um Plano Diretor de Drenagem e Manejo de Águas Pluviais.

O Estudo de Perdas de Água 2025, do Instituto Trata Brasil com a GO Associados, mostra que de cada 10 litros distribuídos, 4 se perdem no caminho por vazamentos, ligações clandestinas e fraudas.

A 18ª edição do Ranking do Saneamento, do Instituto Trata Brasil, mostra que 84,1% dos brasileiros têm acesso à água tratada, mas 43,3% ainda vivem sem coleta de esgoto.

O Instituto Trata Brasil e a EX ANTE Consultoria publicaram estudo detalhado sobre os ganhos econômicos, sociais e ambientais associados à universalização do acesso à água e ao esgotamento sanitário no estado da Bahia.